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sábado, junho 28, 2003
TTH: Jung e as amebas Dizem as teorias que no princípio era a ameba. Seres unicelulares saídos do caldo primevo num planetinha perdido numa galáxia insignificante. E por alguma razão, essas amebas começaram a se juntar umas às outras, talvez por proteção, talvez por medo, talvez por tesão, talvez por amor (já sugeri em algum lugar que o menor denominador comum - o real "átomo", indivisível - de toda a matéria seja o amor...). De qualquer forma, se uniram de tal forma que tornaram-se um só: o ser vivo pluricelular. E mais e mais amebas foram se juntando, se especializando etc. etc. etc., até chegarmos aos seres humanos, "ápice" da evolução. Mas a verdade é que cada célula do nosso corpo, por mais especializada que seja, ainda se parece muito com aquela primeira ameba solitária. Temerosa, excitada e amorosa. O que nos leva à questão da consciência: você, que está aí pensando que é a razão personalizada, você nada mais é que o inconsciente coletivo das milhões de amebas que constituem o seu corpo.
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